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Prévia da inflação apresenta alta em março
Alimentos e transportes influenciaram o resultado
Prévia da inflação apresenta alta em março
Luan Sanchez
Por: Luan Sanchez Data da Publicação: 27 de março de 2025FacebookTwitterInstagram
Alimentos foi um dos grupos que puxou a taxa (Foto: Pedro Vidal/Acervo Agência IBGE Notícias)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março teve alta de 0,64%. O IPCA-15 é considerado a prévia da inflação e foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (27).

Apesar da alta, o resultado é 0,59 ponto percentual (p.p.) menor que o registrado em fevereiro, 1,23%. De acordo com o IBGE, o resultado de março foi influenciado, principalmente, pelos grupos de Alimentação e bebidas, com alta de 1,09% e impacto de 0,24 p.p. no índice geral, e Transportes, que subiu 0,92% e exerceu influência de 0,19 p.p.

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram variação positiva em março. Além dos dois já citados, os indicadores são: Despesas pessoais (0,81%); Habitação (0,37%); Saúde e cuidados pessoais (0,35%); Comunicação (0,32%); Vestuário (0,28%); Educação (0,07%); e Artigos de residência (0,03%).

O acumulado do IPCA-15, em 12 meses, ficou em 5,26%. Já o IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado trimestralmente, ficou em 1,99% para o período de janeiro a março. Em março de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,36%.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a variação do IPCA-15, em março, foi de 0,63%. No acumulado em 12 meses, a marca foi de 5,11%. Já o IPCA-E registrou 1,96%.

Cada grupo teve a seguinte marca na região: Despesas pessoais (1,27%); Alimentação e bebidas (0,99%); Transportes (0,94%); Vestuário (0,70%); Saúde e cuidados Pessoais (0,53%); Comunicação (0,33%); Educação (0,15%); Habitação (0,01%); e Artigos de residência (-0,23%). 

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 13 de fevereiro a 17 de março de 2025 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de janeiro a 12 de fevereiro de 2025 (base).

O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.

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