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MILITARES DO RJ DERAM RESPALDO Á FUSÃO
MILITARES DO RJ DERAM RESPALDO Á FUSÃO
Foto do autor Jourdan Amóra Jourdan Amóra
Por: Jourdan Amóra Data da Publicação: 22 de março de 2025FacebookTwitterInstagram

O Estado do Rio sempre foi considerado de grande influência da Marinha de Guerra. Uma crença consagrada com os 20 anos de Po der exercidos pelo comandante Ernani do Amaral Peixoto

e pela posição do Almirante Rademacker a quem coube emitir a senha para o início da movimentação das tropas comandadas pelo general Olimpio Mourão .

Na abertura do gpverno militar de 1964, o Exército foi realçado com, a investidura do general comandou Paulo Torres.. Cantagalense, morador em Niterói,o militar de destaque como integrante da FEB, com Castelo Branco, apos a guerra comandou o 3o. Regtimento de Infantaria, , sediado em São Gonçalo. Embarcou no mundo politico como o fizeram seus irmãos. Acúrcio Torres, peswedista (lider do governo do marechal Dutra) e o deputado estadual e jornalistra Alberto Torres, líder da UDN.

O vice-Almirante Faria Lima merecia o respeito tanto daArmada como dos politicos fluminenses e chegou ao Governo do Estado substituindo o governador eleito pelo PTB, Badger Silveira.

Definiu seu governo com a devoção à austeridade e ao proósito de administrar o Estado lomge das desavenças politicas..

Contando com o amplo trânsito do seu amigo, o comandante Heleno de Barros Nunes , deputado eleito por Teresópolis, promoveu uma limpeza nas máquina estadual, afastando dirigentes de empresas alvos de constantes denúnicas, com a antiga Sanerj e na empresa estatal que comandava o Aterro da Praia Grande.

 

Faria Lima não encontrou resistência entre os fluminenses que condenaram a fusão arbitrária decretada pelo governo militar, desrespeitando as tradições do Estado ferido pela corrupção no goverrno passado. Mas mereceu críticas por não dar imediata utilização a prédios valiosos ou ceder os desocupados para a Prefeitura,mobilizando serviços públicos., deixando abandomadps prédios essenciais para servir a população que aqui permaneceu, sob o domìnio dos novos detentores do Poder Estadual.

(Continua)

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